segunda-feira, 1 de julho de 2013

BRINCADEIRA PREFERIDA DE CAIO NICÁCIO

Caio Nicácio é um garoto de 19 anos, nasceu e foi criado em Belo Horizonte, Minas Gerais,  e é onde faz faculdade de Educação Física na Universidade Estácio de Sá.  Ele cita uma atividade que em sua geração foi muito comum às crianças, e que está presente no dia a dia das crianças até hoje.

“Acredito que todo sonho de uma criança, em especial os homens, é querer ser jogador de futebol, e comigo não foi diferente. Aos cinco anos comecei a praticar futebol, e desde então, as brincadeiras de rua sempre estiveram envolvidas com este esporte. A brincadeira que mais marcou minha infância foi com certeza o “golzinho”. Um futebol de rua, onde os dois (2) times só possuem no máximo três jogadores, o juiz era o próprio jogador, não possuía goleiro, e as traves eram feitas de chinelos.


A prática desta brincadeira me ajudou a desenvolver o respeito a decisões dos outros, pois como o juiz éramos nós, jogadores, que decidia se era falta ou não, pênalti, se a bola passou entre os chinelos ou passou pelo lado de fora..

Como citei no começo, como todo menino, sempre tive o sonho em ser jogador de futebol, e isso que me estimula na brincadeira. Sempre querendo aperfeiçoar as habilidades. Essa brincadeira para mim era considerada como um “treino”, pois nela que treinava os “malabarismos” que via os jogadores profissionais fazendo.”

Postado por Mateus Bruno

BRINCADEIRAS PREFERIDAS DE PRISCILA COELHO

BRINCADEIRAS PREFERIDAS DE PRISCILLA COELHO
Eu fui uma criança inquieta, nunca tive foco em uma só brincadeira ou  um só jogo...
Mas jogos e brincadeiras que instigavam a criatividade lembro que me agradavam muito, como massa de modelar, brincar de casinha (fazer comida com as massinhas, ser mãe das bonecas, ser médica),construir castelos com o ‘ pequeno engenheiro’ (peças geométricas em madeira e desenhadas com janelas, portas e etc.) ,o lego que dava pra fazer várias coisas como bonequinhos, casinhas e árvores  e as varetas que exigia muito cuidado ao retira uma para não balançar as outras. Brincadeiras inventadas nas férias pelos meus primos e eu eram divertidíssimas e sempre machucávamos como a de dois segurarem travesseiros para o outro pular do alto.





Ah.. não posso esquecer que as brincadeiras dos ‘meninos’ e as de ‘rua’ que também contribuíram muito para valores que eu possuo e vários machucados. Brinquedos e brincadeiras como o carrinho de rolimã que meu avô fez e que todos revezavam para andar, jogar bola (os gols feitos com o chinelo e como brincávamos descalços, arrancavam vários tampões nos dedos), soltar papagaio (fazer a rabiola ’babadinhos q ficavam na linha’ era o que mais demandava paciência, eu não gostava, pois sempre embolava) e rouba bandeira (brincadeira que era dividida em dois grupos  ,cada um possuía um galho que era chamado de bandeira  e  a finalidade era roubar a bandeira do grupo oposto, passando correndo entre os componentes do outro grupo sem ser tocado por eles até chegar na área da bandeira ,pega-la e voltar para a área da sua equipe sem ser pego).



                                          


 Essas e muitas outras brincadeiras estimularam o espírito de equipe e de competição, brincadeiras que ensinaram que eu não ganharia sempre, mesmo não gostando de perder sempre tinha a convicção de que a ideia era me divertir e fazer o melhor para ganhar as próximas partidas. E os carrinhos do meu irmão, o posto de gasolina que tinha um estacionamento igual o do shopping. –sim, eu me tornei uma excelente motorista, estaciono em qualquer vaga em um shopping -  haha. E eles refletiram muito nas minhas escolhas atuais, penso em fazer arquitetura e design de ambientes.

Postado por Mateus Bruno

BRINCADEIRA PREFERIDA DE MATEUS COELHO

Mateus Coelho é um garoto de Belo Horizonte, Minas Gerais,que atualmente faz faculdade de Engenharia de Sistemas na Universidade Federal de Minas Gerais, ele cita aqui uma atividade que marcou sua infância.
Atividade essa que ele diz praticar constantemente, como uma forma de prazer e descontração nas horas vagas.

FUTEBOL DE RUA

''Desde aos primeiros anos de vida, sempre gostei de realizar atividades que me entretesse e distraísse das obrigações impostas pelos meus responsáveis. A principal atividade que mais gostava de fazer era jogar bola na rua. Inicie essa pratica esportiva junto com meus "coleguinhas de rua" aos quatro anos de idade. E jogar bola abria a possibilidade de eu ter uma atividade física, no que contribuiu para a minha coordenação motora, e também, auxiliava na melhora da força e do tônus muscular. Sempre praticava esse esporte regularmente, em que ajudava no meu desenvolvimento de minhas habilidades psicomotoras. Acredito também, que a brincadeira realizada por mim na infância, foi muito mais além do que a questão física, pois, ampliou meu círculo de amizades e de interações com novas pessoas. Portanto, brincar foi essencial em minha infância, pois hoje, possuo diversas habilidades que me auxiliam no cotidiano de meu dia a dia.''

AS 10 REGRAS DO FUTEBOL DE RUA

1. A BOLA
A bola poderia ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol servia, mas as de borracha pura eram as preferidas, quem controlava uma daquelas até hoje é bom de bola, pulavam muito. No desespero, usava-se qualquer coisa que rolasse, como uma pedra, uma lata vazia ou a lancheira do irmão menor.
2. O GOL
O gol poderia ser feito com o que estivesse à mão: tijolos, paralelepípedos, camisas emboladas, chinelos. A grande área o circulo do meio campo e a marca de pênalti, quando tinha asfalto, eram desenhadas com um pedaço de tijolo.
3. O CAMPO
O campo poderia ir até o meio-fio (guia) da calçada, calçada e rua, rua e a calçada do outro lado e, nos grandes clássicos, o quarteirão inteiro.
4. DURAÇÃO DO JOGO
O jogo normalmente virava em 5 e terminava em 10, podendo durar até a mãe do dono da bola chamar ou escurecer. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.
5. FORMAÇÃO DOS TIMES
Variava de 3 a 70 jogadores de cada lado (sempre escolhidos pelos dois “craques” da turma). Ruim (normalmente o dono da bola) ia para o gol. Perna de Pau jogava na ponta, a esquerda ou a direita, dependendo da perna que faltava. De óculos era meia-armador, para evitar os choques. Gordo era beque.
6. O JUIZ
Não tinha juiz.
7. AS INTERRUPÇÕES
No futebol de rua, a partida só poderia ser paralisada em 3 eventualidades:
a) Se a bola caísse no quintal da vizinha chata. Neste caso os jogadores deveriam esperar 03 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isso não ocorresse, os jogadores deveriam designar voluntários para bater na porta da casa e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação.
b) Quando passava na rua qualquer idoso(a) ou garota gostosa.
c) Quando passavam veículos pesados. De ônibus para cima. Bicicletas e
Fusquinhas podiam ser chutados junto com a bola e, se entrassem, era Gol.
8. AS SUBSTITUIÇÕES
Eram permitidas substituições nos casos de:
a) Um jogador ser carregado para casa pela orelha para fazer a lição.
b) Um jogador que arrancou o tampão do dedão do pé. Porém, nestes casos, o mesmo acabava voltando a partida após utilizar aquela água santa da torneira do quintal de alguém.
c) Em caso de atropelamento.
9. AS PENALIDADES
A única falta prevista nas regras do futebol de rua era atirar o adversário dentro do bueiro.
10. A JUSTIÇA ESPORTIVA
Os casos de litígio eram resolvidos na porrada, prevalecendo a opinião dos mais fortes ou quem pegasse uma pedra antes.
Fonte: Blog do bola.

Postado por Mateus Bruno



BRINCADEIRAS PREFERIDAS DE LORENA LUIZA

            Lorena Luiza hoje tem 20 anos, nasceu e cresceu na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais.  Atualmente faz faculdade de engenharia química no Centro Universitário Newton Paiva, e no texto abaixo ela cita algumas brincadeiras que mais marcaram e fizeram parte da sua infância.

Brincar era, com certeza, uma das atividades que eu mais gostava quando era criança. Além disso, sempre fui incentivada pelos meus pais a ter esse tempo livre depois das obrigações realizadas. Por volta dos meus 4 ou 5 anos minha brincadeira preferida eram as barbies. Me lembro de passar horas criando vida para cada uma das minhas bonecas, arrumando suas casinhas, cabelos e trocando suas roupas diversas vezes. Acredito que essas atividades colaboraram para meu desenvolvimento imaginativo e contextual, pois a cada dia um novo universo era criado para cada boneca.

Já aos sete anos, comecei a me interessar por brincadeiras em grupo, pois meu círculo de amizades havia aumentado devido à escolinha. Nessa fase, minha atividade preferida era o esconde-esconde: um dos participantes contava até 60 em voz alta, e durante esse tempo os outros se escondiam. Após terminar a contagem, a pessoa deveria procurar os escondidos e, caso encontrasse, voltava onde a contagem foi feita e batia a mão na parede falando “1,2,3” e o nome da pessoa. O último a ser achado seria o novo contador, mas poderia se salvar e livrar os outros caso batesse na parede e gritasse “salve todos” antes de ser encontrado, assim fazia com que o contador fosse o mesmo em uma nova rodada. Essa atividade contribuiu para que eu desenvolvesse um raciocínio rápido e lógico, pois precisava encontrar um bom esconderijo de forma ágil.  
Acredito que brincar foi uma maneira fácil e prazerosa de desenvolver, na infância, diversas habilidades que trago comigo até hoje, e que contribuem nas minhas relações interpessoais.”


Postado por Mateus Bruno

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O mestre mandou



Jogos que podem ser jogados em qualquer ambiente são muito úteis às vezes. Vamos brincar agora de ‘’O mestre mandou’’ uma brincadeira muito simples, divertida e engraçada.

Para começar deve-se escolher alguém para ser o mestre, essa pessoal ira passar aos outros as ações que se deve fazer. Para começar o chefe deve dizer: ‘’ O chefe mandou... ’’ e começar a dar ordens aos demais. Para a brincadeira ficar mais legal o chefe deve passar ordens cada vez mais rápidas a fim de confundir seus subordinados. Importante lembra que os participantes só devem obedecer as ordens que começaram com a frase ‘’O mestre mandou’’, quem atender ao comando que não possua essas palavras esta fora da rodada. Quem ficar ate o final será o próximo chefe e se inicia uma nova rodada.


Postado por Lucas

O jogo das sílabas



Para poder se divertir em qualquer lugar com brincadeiras fáceis e legais preste atenção em mais essa: o jogo das sílabas.
Decidam quem joga depois de quem. O primeiro jogador deve falar uma palavra, logo em seguida o segundo jogador deve falar uma palavra que comece com a ultima sílaba da palavra dita anteriormente.
Exemplo: o primeiro jogador diz sapo, o segundo jogador deve falar uma palavra que comece com a sílaba ‘’po’’ como, por exemplo, pote. Assim o terceiro jogador deve falar uma palavra que comece com a sílaba ‘’te’’ e assim por diante.
Ganha o ultimo a ficar na disputa. São eliminados aqueles que demorarem muito para falar uma palavra ( convém estipular um tempo maximo para a pessoa pensar em uma palavra) ou não souber nenhuma palavra que comece com a sílaba. Convém também procurar não utilizar palavras com final em ‘’ão’’ pois não há palavras que comecem com essa sílaba.

Postado por Lucas

Elefante Colorido


 Mais uma para aquele dia de chuva em que você não pode sair na rua para brincar. Chame seus amigos e brinque em casa mesmo com diversas brincadeiras. Hoje vamos aprender a jogar Elefante Colorido. Primeiro tirem na sorte para saber quem será o elefante, essa pessoa deve fechar os olhos e dizer:
 -Elefante Colorido!
Os outros respondem: -Que cor?
O elefante deve, ainda de olhos fechados, escolher e dizer uma cor. Os outros jogadores devem tocar em algum objeto que seja da cor falada. Dois jogadores não podem tocar o mesmo objeto, e quem não encontrar objeto para tocar fica de fora. O jogo continua ate resta apenas um jogador que será o próximo elefante!!
Postado por Lucas